Link para o pdf sobre vídeo.
Link para a folha de exercício. Se não realizou o trabalho na aula, faço-o em casa, remeta-o por email.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
A FOTOGRAFIA EM PEIRCE E EM BARTHES
PDF com imagem em Peirce e Barthes. Encontra também as imagens analisadas na aula e a do exercício (McDonalds).
Recomendo a leitura do capítulo "A ontologia da imagem" deste ensaio: A Imagem na publicidade, João de Sousa.
FOTOGRAFIA COMO ÍCONE
"A primeira vê na fotografia uma reprodução mimética do real. As noções de realidade e de similaridade confundem-se com a de verdade e a de credibilidade. É a fotografia enquanto ícone, espelho do real."
FOTOGRAFIA COMO SÍMBOLO
"A Segunda atitude é contrariar a primeira. Toda a fotografia é uma interpretação, uma transformação, sofre uma formalização arbitrária, de cariz cultural e ideológico. A fotografia é aqui um conjunto de códigos, possui uma realidade interna, é entendida como um símbolo".
FOTOGRAFIA COMO INDÍCE
"A terceira maneira de encarar a fotografia encerra um certo retorno ao referente, mas sem a obsessão mimética. A referencialização da fotografia inscreve-a num campo pragmático: a imagem fotográfica torna-se inseparável da sua experiência referencial." (J. Sousa, 1997: 7-8)
“A sua realidade primeira é uma afirmação de existência. A fotografia é, primeiramente índice. Somente depois pode tornar-se semelhante (ícone) e adquirir sentido (símbolo)” (P. Dubois, 1991: 47)
Relembrar o PDF sobre Peirce.
Recomendo a leitura do capítulo "A ontologia da imagem" deste ensaio: A Imagem na publicidade, João de Sousa.
FOTOGRAFIA COMO ÍCONE
"A primeira vê na fotografia uma reprodução mimética do real. As noções de realidade e de similaridade confundem-se com a de verdade e a de credibilidade. É a fotografia enquanto ícone, espelho do real."
FOTOGRAFIA COMO SÍMBOLO
"A Segunda atitude é contrariar a primeira. Toda a fotografia é uma interpretação, uma transformação, sofre uma formalização arbitrária, de cariz cultural e ideológico. A fotografia é aqui um conjunto de códigos, possui uma realidade interna, é entendida como um símbolo".
FOTOGRAFIA COMO INDÍCE
"A terceira maneira de encarar a fotografia encerra um certo retorno ao referente, mas sem a obsessão mimética. A referencialização da fotografia inscreve-a num campo pragmático: a imagem fotográfica torna-se inseparável da sua experiência referencial." (J. Sousa, 1997: 7-8)
“A sua realidade primeira é uma afirmação de existência. A fotografia é, primeiramente índice. Somente depois pode tornar-se semelhante (ícone) e adquirir sentido (símbolo)” (P. Dubois, 1991: 47)
Relembrar o PDF sobre Peirce.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Peirce (e fotografia)
O ficheiro pdf da última aula sobre Peirce, SEM03: Peirce.pdf
Rapidamente, uma definição de signo em Peirce:
“Um signo,ourepresentamen,é uma coisa qualquerque está para alguém em lugar de outra coisa qualquer sob um aspecto ou a um título qualquer. Dirige-se a alguém,isto é, cria no espírito desta pessoa um signo equivalente ou talvez um signo mais desenvolvido. A este signo que ele cria dou o nome de interpretante do primeiro signo.
Este signo está em lugar de qualquer coisa: do seu objecto. Está em lugar deste objecto, não sob todos os aspectos, mas em referência a uma espécie de ideia a que por vezes tenho dado o nome de fundamento do representamen”.
Coltected Papers, 2.228
Recomendo a leitura do capítulo "A ontologia da imagem" deste ensaio: A Imagem na publicidade.
Rapidamente, uma definição de signo em Peirce:
“Um signo,ourepresentamen,é uma coisa qualquerque está para alguém em lugar de outra coisa qualquer sob um aspecto ou a um título qualquer. Dirige-se a alguém,isto é, cria no espírito desta pessoa um signo equivalente ou talvez um signo mais desenvolvido. A este signo que ele cria dou o nome de interpretante do primeiro signo.
Este signo está em lugar de qualquer coisa: do seu objecto. Está em lugar deste objecto, não sob todos os aspectos, mas em referência a uma espécie de ideia a que por vezes tenho dado o nome de fundamento do representamen”.
Coltected Papers, 2.228
Recomendo a leitura do capítulo "A ontologia da imagem" deste ensaio: A Imagem na publicidade.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Palimpsesto
Conceito de Gerard Genette utilizado na penúltima sessão de contacto (em códigos estéticos).
Aqui fica uma definição mais exacta.
Palimpsesto (Genette).
"Um palimpsesto é um pergaminho cuja primeira inscrição foi raspada para se traçar outra, que não a esconde de fato, de modo que se pode lê-la por transparência, o antigo sob o novo. Assim, no sentido figurado, entenderemos por palimpsestos (mais literalmente hipertextos), todas as obras derivadas de uma obra anterior, por transformação ou por imitação. Dessa literatura de segunda mão, que se escreve através da leitura, o lugar e a ação no campo literário geralmente, e lamentavelmente, não são reconhecidos. Tentamos aqui explorar esse território. Um texto pode sempre ler um outro, e assim por diante, até o fim dos textos. Este meu texto não escapa à regra: ele a expõe e se expõe a ela. Quem ler por último lerá melhor".
GENETTE, Palimpsestos, p. 5
GENETTE, Gérard. Palimpsestos: a literatura de segunda mão. Extratos traduzidos do francês por Luciene Guimarães e Maria Antônia Ramos Coutinho. Belo Horizonte, Faculdade de Letras, 2006. 48 p.
http://www.letras.ufmg.br/site/publicacoes/download/palimpsestosmono-site.pdf
Aqui fica uma definição mais exacta.
Palimpsesto (Genette).
"Um palimpsesto é um pergaminho cuja primeira inscrição foi raspada para se traçar outra, que não a esconde de fato, de modo que se pode lê-la por transparência, o antigo sob o novo. Assim, no sentido figurado, entenderemos por palimpsestos (mais literalmente hipertextos), todas as obras derivadas de uma obra anterior, por transformação ou por imitação. Dessa literatura de segunda mão, que se escreve através da leitura, o lugar e a ação no campo literário geralmente, e lamentavelmente, não são reconhecidos. Tentamos aqui explorar esse território. Um texto pode sempre ler um outro, e assim por diante, até o fim dos textos. Este meu texto não escapa à regra: ele a expõe e se expõe a ela. Quem ler por último lerá melhor".
GENETTE, Palimpsestos, p. 5
GENETTE, Gérard. Palimpsestos: a literatura de segunda mão. Extratos traduzidos do francês por Luciene Guimarães e Maria Antônia Ramos Coutinho. Belo Horizonte, Faculdade de Letras, 2006. 48 p.
http://www.letras.ufmg.br/site/publicacoes/download/palimpsestosmono-site.pdf
Trabalhos individuais e de grupo
Lista de trabalhos individuais e de grupo para os alunos da UAL (PL)
TRABALHO PRÁTICO
Cada grupo opta por um tema proposto. O trabalho deve ser desenvolvido entre 3 a 5 páginas A4. Letra 10 a 12, 1,5 espaço para ambos. As apresentações dos trabalhos serão feitas entre os dias 10 e 25 de maio.
Trabalhos Práticos (grupo)
Analise o vídeo clip Absolut Greyhound
Analise o vídeo clip Orelha Negra – A cura |
Analise o vídeo clip Royksopp - Only this Moment |
Analise o vídeo clip Sigur Ros – Glósóli |
Analise a marca Rádio Comercial. Por exemplo, vectores comuns entre a página Web e uma hora do programa da manhã.
Analise a marca Rádio Comercial. Por exemplo, vectores comuns entre a página Web e uma hora do programa da manhã.
Analise a marca RFM. Por exemplo, vectores comuns entre a página Web e uma hora do programa da manhã.
Temáticas e simbólicas presentes em 12 ícones do Máfia Wars.
Outro qualquer proposto (via email: jsousa@ual.pt). Necessita de confirmação de aceitação.
TRABALHO TEÓRICO (opcional para substiruir frequência)
Cada aluno opta por um tema individual. A resposta deve ser desenvolvida entre 1 a 3 páginas A4. O trabalho deve ser entregue via email (jsousa@ual.pt) ou presencialmente até a dia 3 de Junho. Os alunos que optem por um teste em detrimento deste trabalho realizam-no no dia 3 de Junho às 11 horas.
Trabalhos teóricos (individuais)
01. Relacione os 3 modos de ser do phaneron com a segunda tricotomia de signos (ícone, índice, símbolo) para a fotografia como representamen.
02. Relacione as noções de denotação, conotação e ancoragem de sentidos (Barthes) com as de ícone, índice e símbolo (Peirce).
03. As simbologias são culturais ou universais? Existem simbologias mais “universais” que outras? Discuta estas ideias e exemplifique.
04. Que diferenças existem nas definições de signo de Saussure e Peirce? Que consequências têm para a abordagem semiológica e para a abordagem semiótica?
05. Inovações da Teoria do Sinal de João de S. Tomás em relação à semiótica medieval.
06. O que entende Barthes por mito? Exemplifique utilizando um mito ancestral e um contemporâneo.
07. Leia atentamente o enunciado O Quarto em Arles, 1888, de Vincent van Gogh. Este enunciado sígnico possui função de representação do um objecto (referente)? Indique a sua opinião discutindo a noção de mensagem objecto (Guiraud),
08. Que críticas evidentes consegue fazer à teorização do signo em Saussure a partir da teorização do signo em Hjelmslev?
TRABALHO PRÁTICO
Cada grupo opta por um tema proposto. O trabalho deve ser desenvolvido entre 3 a 5 páginas A4. Letra 10 a 12, 1,5 espaço para ambos. As apresentações dos trabalhos serão feitas entre os dias 10 e 25 de maio.
Trabalhos Práticos (grupo)
Analise o vídeo clip Absolut Greyhound
Analise o vídeo clip Orelha Negra – A cura |
Analise o vídeo clip Royksopp - Only this Moment |
Analise o vídeo clip Sigur Ros – Glósóli |
Analise a marca Rádio Comercial. Por exemplo, vectores comuns entre a página Web e uma hora do programa da manhã.
Analise a marca Rádio Comercial. Por exemplo, vectores comuns entre a página Web e uma hora do programa da manhã.
Analise a marca RFM. Por exemplo, vectores comuns entre a página Web e uma hora do programa da manhã.
Temáticas e simbólicas presentes em 12 ícones do Máfia Wars.
Outro qualquer proposto (via email: jsousa@ual.pt). Necessita de confirmação de aceitação.
TRABALHO TEÓRICO (opcional para substiruir frequência)
Cada aluno opta por um tema individual. A resposta deve ser desenvolvida entre 1 a 3 páginas A4. O trabalho deve ser entregue via email (jsousa@ual.pt) ou presencialmente até a dia 3 de Junho. Os alunos que optem por um teste em detrimento deste trabalho realizam-no no dia 3 de Junho às 11 horas.
Trabalhos teóricos (individuais)
01. Relacione os 3 modos de ser do phaneron com a segunda tricotomia de signos (ícone, índice, símbolo) para a fotografia como representamen.
02. Relacione as noções de denotação, conotação e ancoragem de sentidos (Barthes) com as de ícone, índice e símbolo (Peirce).
03. As simbologias são culturais ou universais? Existem simbologias mais “universais” que outras? Discuta estas ideias e exemplifique.
04. Que diferenças existem nas definições de signo de Saussure e Peirce? Que consequências têm para a abordagem semiológica e para a abordagem semiótica?
05. Inovações da Teoria do Sinal de João de S. Tomás em relação à semiótica medieval.
06. O que entende Barthes por mito? Exemplifique utilizando um mito ancestral e um contemporâneo.
07. Leia atentamente o enunciado O Quarto em Arles, 1888, de Vincent van Gogh. Este enunciado sígnico possui função de representação do um objecto (referente)? Indique a sua opinião discutindo a noção de mensagem objecto (Guiraud),
08. Que críticas evidentes consegue fazer à teorização do signo em Saussure a partir da teorização do signo em Hjelmslev?
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Zeitgeist
O documentário Zeitgheist, projectado na aula, a propósito das simbólicas em várias culturas. bastante interessante a compara ção da simbologia da religião egípcia com a crsitã.
Vídeo mostrado na sessão de contacto: Zeitgeist (de 14:00 a 33:30).
Vídeo mostrado na sessão de contacto: Zeitgeist (de 14:00 a 33:30).
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Códigos
Link para o resumo das aulas sobre códigos.
Livro recomendado
GUIRAUD, Pierre - A Semiologia
Lisboa: Editorial Presença, 1993.
Título original: La Sémiologie (Paris: PUF).
Livro recomendadoGUIRAUD, Pierre - A Semiologia
Lisboa: Editorial Presença, 1993.
Título original: La Sémiologie (Paris: PUF).
Etiquetas:
códigos pierre guiraud semiologia semiótica
quarta-feira, 28 de março de 2012
Trabalho de análise de imagem
Análise simples com uma tabela de significantes e significados.
E o que pode ser analisado neste clip?
sexta-feira, 23 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
Saussure
PDF (fundo branco, a pedido de várias "famílas") com o resumo da aula sobre Saussure.
Ler em papel excertos do livro "Curso de Liguguística Geral", Ferdinand de Saussure, D. Quixote (ou melhor, o próprio livro).
Ler em papel excertos do livro "Curso de Liguguística Geral", Ferdinand de Saussure, D. Quixote (ou melhor, o próprio livro).
quarta-feira, 14 de março de 2012
História da Semiótica
Por onde estudar?
Cinco dicas
1- A apresentação da aula (em pdf, já disponível)
2- O texto no site abc da semiótica (não incui João de S Tomás)
Os Livros:
3- Luís Carmelo, Semiótica uma introdução
Europa-América, 2003.
4- Winfried Noth, Panorama da semiótica - De Platão a Peirce
Annablume, 1995.
Este livro tem uma versão on-line, infelizmente limitado às 40 primeira páginas. A leitura é bastante simples.
5 - Winfried Noth,Handbook os Semiotics
Indiana Universty Press, 1990.
Cinco dicas
1- A apresentação da aula (em pdf, já disponível)
2- O texto no site abc da semiótica (não incui João de S Tomás)
Os Livros:
3- Luís Carmelo, Semiótica uma introdução
Europa-América, 2003.
4- Winfried Noth, Panorama da semiótica - De Platão a Peirce
Annablume, 1995.
Este livro tem uma versão on-line, infelizmente limitado às 40 primeira páginas. A leitura é bastante simples.
5 - Winfried Noth,Handbook os Semiotics
Indiana Universty Press, 1990.
quinta-feira, 8 de março de 2012
A estrutura da imagem
Link para o pdf da aula:
a estrutura da imagem - iconicidade fotografia.
A estrutura da imgem, formas básicas e simbolismos. Iconicidade e fotografia, enquadramentos, regra dos terços.
a estrutura da imagem - iconicidade fotografia.
A estrutura da imgem, formas básicas e simbolismos. Iconicidade e fotografia, enquadramentos, regra dos terços.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Cor
Link para o pdf da aula: natureza e simbologias da cor.
Exercício no final do pdf.
Ver:animação sobre simbologias das cores.
Exercício no final do pdf.
Ver:animação sobre simbologias das cores.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Retórica da Imagem e logotipos
Link para o pdf da aula retórica da imagem e logótipos. O enunciado para o logo do Lar de Santa Isabel está no final do pdf (trabalho da última sessão).
Conteúdos:
Significação, sentido, recorte (aprofundaremos com L. Hjelmslev).
Retórica da imagem: leitura simbólica, rápida, selectiva (aprofundaremos com R. Barthes).
Logótipos
Exercício
Recordo que o exercício não se trata de uma prova de perícia de desenho mas antes de congregar elementos como imagem (figuras), texto e cor tendo em consideração a potencial carga simbólica e produção de sentido.
Conteúdos:
Significação, sentido, recorte (aprofundaremos com L. Hjelmslev).
Retórica da imagem: leitura simbólica, rápida, selectiva (aprofundaremos com R. Barthes).
Logótipos
Exercício
Recordo que o exercício não se trata de uma prova de perícia de desenho mas antes de congregar elementos como imagem (figuras), texto e cor tendo em consideração a potencial carga simbólica e produção de sentido.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Conteúdos, dicas de estudo
Um blog de apoio às aulas de semiótica.
E não só. Uma reflexão sobre esta área do saber.
Um blog para pensar como analisar e produzir mensagens.
Link para o programa da disciplina.
Link para o pdf da segunda sessão.
4 "livros" on-line
6 livros em papel
E mais um:
Introdução à análise da imagem, Martine Joly. Edições 70, 1999. Recomendo vivamente!
Conteúdos
Definição de semiótica, origem médica e origem profética, "paternidade" do termo semiótica, tradições europeia e anglo-saxónica.
Noções de signo, semiose e código. Motivação e arbitrariedade sígnicas.
Modos de produção sígnica (Umberto Eco).
História da semiótica - periodos clásssico medieval, renascentista, racionalismo, empirismo, iluminismo alemão.
Saussure – signo, língua e fala, diacronia e sincronia.
Hjelmslev – Signo, infra e supra semiótica, mátéria e forma, forma da expressão e forma do contéudo, denotação, conotação e metalinguagem.
Barthes - Denotação, conotação e metalinguagem, mitologias, retórica da imagem.
Peirce – signo, modos de ser do fanerom, 9 categorias de signos, semiose ilimitada, ground.
:: Instrumentos de estudo
Bibliografia sumária
Semiótica - Uma Introdução, Luís Carmelo. Europa América, Lisboa 2003.
A Semiologia, Pierre Guirot. Editorial Presença, Lisboa 1993. La Sémiologie, PUF, Paris.
Introdução à Semiótica, Adriano Duarte Rodrigues, Editorial Presença, Lisboa 1991.
Introdução à análise da imagem, Martine Joly. Edições 70, 1999.
Site e blog
http://abcdasemiotica.blogspot.com
http://semiotica.com.sapo.pt
Textos de apoio (na reprografia)
Mitologias (Poder e desenvoltura, Vinho e Leite, Bife e batatas fritas) in Mitologias
O mito, hoje, in Mitologias
Retórica da imagem (Panzani), in O óbvio e o obtuso
Denotação, conotação, metalinguagem, in Elementos de semiologia
E não só. Uma reflexão sobre esta área do saber.
Um blog para pensar como analisar e produzir mensagens.
Link para o programa da disciplina.
Link para o pdf da segunda sessão.
4 "livros" on-line
6 livros em papel
E mais um:
Introdução à análise da imagem, Martine Joly. Edições 70, 1999. Recomendo vivamente!
Conteúdos
Definição de semiótica, origem médica e origem profética, "paternidade" do termo semiótica, tradições europeia e anglo-saxónica.
Noções de signo, semiose e código. Motivação e arbitrariedade sígnicas.
Modos de produção sígnica (Umberto Eco).
História da semiótica - periodos clásssico medieval, renascentista, racionalismo, empirismo, iluminismo alemão.
Saussure – signo, língua e fala, diacronia e sincronia.
Hjelmslev – Signo, infra e supra semiótica, mátéria e forma, forma da expressão e forma do contéudo, denotação, conotação e metalinguagem.
Barthes - Denotação, conotação e metalinguagem, mitologias, retórica da imagem.
Peirce – signo, modos de ser do fanerom, 9 categorias de signos, semiose ilimitada, ground.
:: Instrumentos de estudo
Bibliografia sumária
Semiótica - Uma Introdução, Luís Carmelo. Europa América, Lisboa 2003.
A Semiologia, Pierre Guirot. Editorial Presença, Lisboa 1993. La Sémiologie, PUF, Paris.
Introdução à Semiótica, Adriano Duarte Rodrigues, Editorial Presença, Lisboa 1991.
Introdução à análise da imagem, Martine Joly. Edições 70, 1999.
Site e blog
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http://semiotica.com.sapo.pt
Textos de apoio (na reprografia)
Mitologias (Poder e desenvoltura, Vinho e Leite, Bife e batatas fritas) in Mitologias
O mito, hoje, in Mitologias
Retórica da imagem (Panzani), in O óbvio e o obtuso
Denotação, conotação, metalinguagem, in Elementos de semiologia
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