Lista de trabalhos individuais e de grupo para os alunos da UAL (D).
TRABALHO TEÓRICO
Cada aluno opta por um tema individual. A resposta deve ser desenvolvida entre 1 a 3 páginas A4. O trabalho deve ser entregue via email (jsousa@ual.pt) ou presencialmente até a dia 3 de Junho. Os alunos que optem por um teste em detrimento deste trabalho realizam-no no dia 3 de Junho às 11 horas.
Trabalhos teóricos (individuais)
01. Relacione os 3 modos de ser do phaneron com a segunda tricotomia de signos (ícone, índice, símbolo) para a fotografia como representamen.
02. Relacione as noções de denotação, conotação e ancoragem de sentidos (Barthes) com as de ícone, índice e símbolo (Peirce).
03. As simbologias são culturais ou universais? Existem simbologias mais “universais” que outras? Discuta estas ideias e exemplifique.
04. Que diferenças existem nas definições de signo de Saussure e Peirce? Que consequências têm para a abordagem semiológica e para a abordagem semiótica?
05. Inovações da Teoria do Sinal de João de S. Tomás em relação à semiótica medieval.
06. O que entende Barthes por mito? Exemplifique utilizando um mito ancestral e um contemporâneo.
07. Leia atentamente o enunciado O Quarto em Arles, 1888, de Vincent van Gogh. Este enunciado sígnico possui função de representação do um objecto (referente)? Indique a sua opinião discutindo a noção de mensagem objecto (Guiraud),
08. Que críticas evidentes consegue fazer à teorização do signo em Saussure a partir da teorização do signo em Hjelmslev?
TRABALHO PRÁTICO
Cada grupo opta por um tema proposto. O trabalho deve ser desenvolvido entre 3 a 5 páginas A4. Letra 10 a 12, 1,5 espaço para ambos. As apresentações dos trabalhos serão feitas nos dias 2 e 9 de Junho.
Trabalhos Práticos (grupo)
Analise o vídeo clip Orelha Negra – A cura |
Analise o vídeo clip Royksopp - Only this Moment |
Analise o vídeo clip Sigur Ros – Glósóli |
Analise a marca Rádio Comercial. Por exemplo, vectores comuns entre a página Web e uma hora do programa da manhã.
Analise a marca Rádio Comercial. Por exemplo, vectores comuns entre a página Web e uma hora do programa da manhã.
Analise a marca RFM. Por exemplo, vectores comuns entre a página Web e uma hora do programa da manhã.
Temáticas e simbólicas presentes em 12 ícones do Máfia Wars.
Outro qualquer proposto (via email: jsousa@ual.pt). Necessita de confirmação de aceitação.
Terça-feira, 31 de Maio de 2011
Sexta-feira, 29 de Abril de 2011
Zeitgeist
O documentário Zeitgheist, projectado na aula, a propósito das simbólicas em várias culturas. bastante interessante a compara ção da simbologia da religião egípcia com a crsitã.
Vídeo mostrado na sessão de contacto: Zeitgeist (de 14:00 a 33:30).
Vídeo mostrado na sessão de contacto: Zeitgeist (de 14:00 a 33:30).
Quarta-feira, 27 de Abril de 2011
A FOTOGRAFIA EM PEIRCE E EM BARTHES
PDF com imagem em Peirce e Barthes. Encontra também as imagens analisadas na aula e a do exercício (McDonalds).
Recomendo a leitura do capítulo "A ontologia da imagem" deste ensaio: A Imagem na publicidade, João de Sousa.
FOTOGRAFIA COMO ÍCONE
"A primeira vê na fotografia uma reprodução mimética do real. As noções de realidade e de similaridade confundem-se com a de verdade e a de credibilidade. É a fotografia enquanto ícone, espelho do real."
FOTOGRAFIA COMO SÍMBOLO
"A Segunda atitude é contrariar a primeira. Toda a fotografia é uma interpretação, uma transformação, sofre uma formalização arbitrária, de cariz cultural e ideológico. A fotografia é aqui um conjunto de códigos, possui uma realidade interna, é entendida como um símbolo".
FOTOGRAFIA COMO INDÍCE
"A terceira maneira de encarar a fotografia encerra um certo retorno ao referente, mas sem a obsessão mimética. A referencialização da fotografia inscreve-a num campo pragmático: a imagem fotográfica torna-se inseparável da sua experiência referencial." (J. Sousa, 1997: 7-8)
“A sua realidade primeira é uma afirmação de existência. A fotografia é, primeiramente índice. Somente depois pode tornar-se semelhante (ícone) e adquirir sentido (símbolo)” (P. Dubois, 1991: 47)
Relembrar o PDF sobre Peirce.
Recomendo a leitura do capítulo "A ontologia da imagem" deste ensaio: A Imagem na publicidade, João de Sousa.
FOTOGRAFIA COMO ÍCONE
"A primeira vê na fotografia uma reprodução mimética do real. As noções de realidade e de similaridade confundem-se com a de verdade e a de credibilidade. É a fotografia enquanto ícone, espelho do real."
FOTOGRAFIA COMO SÍMBOLO
"A Segunda atitude é contrariar a primeira. Toda a fotografia é uma interpretação, uma transformação, sofre uma formalização arbitrária, de cariz cultural e ideológico. A fotografia é aqui um conjunto de códigos, possui uma realidade interna, é entendida como um símbolo".
FOTOGRAFIA COMO INDÍCE
"A terceira maneira de encarar a fotografia encerra um certo retorno ao referente, mas sem a obsessão mimética. A referencialização da fotografia inscreve-a num campo pragmático: a imagem fotográfica torna-se inseparável da sua experiência referencial." (J. Sousa, 1997: 7-8)
“A sua realidade primeira é uma afirmação de existência. A fotografia é, primeiramente índice. Somente depois pode tornar-se semelhante (ícone) e adquirir sentido (símbolo)” (P. Dubois, 1991: 47)
Relembrar o PDF sobre Peirce.
Quarta-feira, 13 de Abril de 2011
A imagem em Roland Barthes e Peirce
PDF sobre a imagem em Roland Barthes e Peirce.
Para já, olhar sobre o prisma de Barthes apenas (denotação e conotação). Peirce será o próximo autor a estudar.
Para análise estão a imagem da praia (no pdf) bem com esta:
Para já, olhar sobre o prisma de Barthes apenas (denotação e conotação). Peirce será o próximo autor a estudar.
Para análise estão a imagem da praia (no pdf) bem com esta:
Quinta-feira, 7 de Abril de 2011
Saussure, Hjelmeslev
Saussure
PDF com o resumo da aula sobre Saussure.
Ler em papel excertos do livro "Curso de Linguística Geral", Ferdinad de Saussure, D. Quixote (ou melhor, o próprio livro).
Hjelmeslev e Barthes
PDF com o resumo das aulas sobre Hjlemslev e Barthes.
Ler de Roland Barthes, texto sobre denotação, conotação e metalinguagem.
PDF com o resumo da aula sobre Saussure.
Ler em papel excertos do livro "Curso de Linguística Geral", Ferdinad de Saussure, D. Quixote (ou melhor, o próprio livro).
Hjelmeslev e Barthes
PDF com o resumo das aulas sobre Hjlemslev e Barthes.
Ler de Roland Barthes, texto sobre denotação, conotação e metalinguagem.
Etiquetas:
Barthes,
Conotação,
Conteúdo,
Denotação,
Expressão,
Forma,
Hjelmslev,
Infra,
Linguística,
Metalinguagem,
Saussure,
Semiologia,
semiótica,
Substância,
Supra
Segunda-feira, 21 de Março de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)


