PDF com imagem em Peirce e Barthes. Encontra também as imagens analisadas na aula e a do exercício (McDonalds).
Recomendo a leitura do capítulo "A ontologia da imagem" deste ensaio: A Imagem na publicidade, João de Sousa.
FOTOGRAFIA COMO ÍCONE
"A primeira vê na fotografia uma reprodução mimética do real. As noções de realidade e de similaridade confundem-se com a de verdade e a de credibilidade. É a fotografia enquanto ícone, espelho do real."
FOTOGRAFIA COMO SÍMBOLO
"A Segunda atitude é contrariar a primeira. Toda a fotografia é uma interpretação, uma transformação, sofre uma formalização arbitrária, de cariz cultural e ideológico. A fotografia é aqui um conjunto de códigos, possui uma realidade interna, é entendida como um símbolo".
FOTOGRAFIA COMO INDÍCE
"A terceira maneira de encarar a fotografia encerra um certo retorno ao referente, mas sem a obsessão mimética. A referencialização da fotografia inscreve-a num campo pragmático: a imagem fotográfica torna-se inseparável da sua experiência referencial." (J. Sousa, 1997: 7-8)
“A sua realidade primeira é uma afirmação de existência. A fotografia é, primeiramente índice. Somente depois pode tornar-se semelhante (ícone) e adquirir sentido (símbolo)” (P. Dubois, 1991: 47)
Relembrar o PDF sobre Peirce.
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